O delegado Richard Serrano, titular do 2o.Distrito Policial de JaÚ, registrou ontem (6) o primeiro homicidio do ano. O operário Paulo de Souza, de 45 anos foi assassinado no interior da casa onde morava, na rua JHospé Morenio Gimenez, no Residencial Cila Bauab, na periferia da cidade. Segundo o delegado, a vitima foi assassinada com um único golpe na cabeça. A polícia apreendeu um martelo, supostamente a arma utilizada no crime, segundo presume o delegado. Análises preliminartes dos peritos da Polícia Tecnica admitem que o crime ocorreu debaixo de uma cobertura externa da casa. Ferido, o servente de pedreiro conseguiu caminhar até a sala onde morreu. "Dali, o corpo foi arrastado novamente à parte externa da residencia" presume Richard Serrano, que preside as investigações. No local onde o crime se deu, em um quarto, na sala, em praticamente toda a casa, foram detectadas marcas de sangue.
Os mesmos peritos, segundo diz o delegado, admitem que o crime ocorreu as primeiras horas da manhã, mas a notícia só chegou à polícia no começo da tarde, por volta das 14 hrs, depois que uma denúncia anônima chegou até a Polícia Militar. Um exame preliminar no corpo do operário detectou um golpe na cabeça, acima da nuca, um corte no supercíluio e marcas no pulso, o que deduz que o cadaver foi arrastado, puchdo pelos braços.
"O autor do crime tentou desfazer supostas provas, tentando limpar o ambiênte. Dentrop de uma vasilha, utilizada como lixeira, encontramos panos, ainda úmidos, recém lavados, usados para limpar as manchas de sangue. Como eram muitas, o autor desistiu" diz Richard Serrano. O martelo, instrumento supostamente usado para matar o servente de pedreiro foi apreendido dentro de uma bacia.
A companheira do pedreiro, de quem ele estava separado ha algum tempo, conduzida ao 2o. Distrito Policial contou em depoimento que conviveu com Paulo de Souza durante dois anos, mas como era constantemente agredida, no último dia 30 ela resolveu saír de casa, abandonando-o.
Ainda que separada, ela revelou ao delegado que no ultimo dia 4 teria falado com ele pelo telefone e observou que ele estava preocupado com alguma coisa. Um dia antes do crime ela tentou falar com o ex companheiro e o celular não atendeu.
O crime, registrado no 2o. DP será investigado em conjunto com a Delegacia de Investigações Gerais.